Cidades Ubatuba

Prevenção à HIV/Aids e sífilis é foco de ações durante o Carnaval

Divulgação

Equipes farão sensibilização no Centro, Maranduba e Perequê-Açu

 


As equipes da secretaria de Saúde de Ubatuba estão atuando durante todo o Carnaval 2018 orientando a população sobre as diversas formas de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como o HIV/aids e a sífilis.

Hoje (13) é o último dia que funciona, das 19h às 23h, uma tenda na Avenida Iperoig, no Centro de Ubatuba, onde serão distribuídos preservativos masculinos e femininos e materiais informativos sobre as doenças sexualmente transmissíveis. O mesmo trabalho será realizado também na Maranduba, com equipes volantes.

Já no Perequê-Açu, além das ações organizadas pela Vigilância em Saúde, diversas organizações da sociedade civil que atuam em torno à prevenção à Aids farão a campanha “Prevenção e testagem na folia”.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Agência de Notícias da Aids, o Instituto Cultural Barong e o Blablabla Posithivo, além do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo e a AHF Brasil (Aids Healthcare Foundation).

Foco na juventude – O hábito de não usar camisinha tem impacto direto no aumento da epidemia de aids entre os jovens. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, a epidemia avança na faixa etária de 20 a 24 anos, na qual a taxa de detecção subiu de 14,9 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para 22,2 casos, em 2016. Entre os jovens de 15 a 19 anos, o índice aumentou, passando de 3,0 em 2006 para 5,4 em 2016.

Todos os anos, o Ministério da Saúde realiza uma campanha de prevenção voltada especificamente para os foliões no Carnaval. Em 2018, o tema da campanha é “Prevenir é Viver o Carnaval #VamosCombinar” e prevê a distribuição de cerca de 100 milhões de preservativos para toda a população.

O quadro nacional também se reflete em Ubatuba e é agravado no período carnavalesco, quando há mais possibilidades de relações eventuais e sem proteção.

“O objetivo das ações que realizaremos é alcançar o maior número de pessoas, já que os índices do HIV/Aids e da sífilis estão aumentando, mostrando que as pessoas não estão utilizando o preservativo. O sexo tem que ser praticado com responsabilidade”, destaca o secretário de Saúde, Roberto Tamura.

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