Especial Estradas

Tamoios: Uma rodovia moderna, segura, mas instável

Foto: Vanessa Vantine/TV Vanguarda

A Rodovia dos Tamoios, principal via de ligação entre o Vale do Paraíba e Litoral Norte, no ano passado, recebeu 22 milhões de usuários. Quando forem concluídas as suas obras de duplicação do trecho de serra e contornos, a Tamoios será a rodovia mais moderna do país. Isso, no entanto, não impedirá as interdições na rodovia em períodos de chuva. O Tamoios News consultou vários órgãos para saber detalhes da rodovia, que apesar de sua modernidade, ainda gera insegurança por parte de seus usuários. Confira:

Por Salim Burihan

A Rodovia dos Tamoios, principal via de ligação entre o Vale do Paraíba e as cidades do Litoral Norte, que ainda recebe obras de duplicação em seu trecho de serra, tem tudo para se transformar na rodovia mais moderna do país.

Os investimentos realizados e programados pelo Estado, de cerca de R$ 2,2 bilhões, devem, realmente, fazer da rodovia uma das mais modernas, no entanto, não a mais segura, devido às instabilidades de suas encostas, no trecho de serra. As constantes interdições feitas no trecho de serra, quando chove, ocorrem de vido a instabilidade de suas encostas. Por causa da ameaça de quedas de barreiras e de riscos aos usuários, a concessionária interdita a estrada sempre que chove forte e o índice de chuva ultrapassa a 100 mm.

A concessionária tem investido e muito em obras de contenção, inclusive, de concretagem de encostas. Mas sabe como é, arruma aqui, desliza ali, quando chove. Isso ocorre desde que a estrada foi construída em 1935.

As obras tornaram a rodovia menos perigosa. Os números comprovam. Em 2014, antes da concessão, foram registradas 18 mortes na estrada; em 2015, apenas duas mortes; em 2016, também apenas duas mortes; em 2017, não houve registro de mortes na Tamoios; e, no ano passado, apenas três mortes, motivadas por abuso de velocidade ou problemas mecânicos.

Chuva

Todas as vezes que ameaça chover forte, principalmente, no Litoral Norte e Vale do Paraíba, os usuários ficam inseguros em trafegar pela rodovia. É que, em casos de chuvas acima de 100 milímetros, a estrada é interditada por medida de segurança.

Fotos feitas, na última segunda(19), pela repórter Vanessa Vantine, da TV Vanguarda, e gentilmente cedidas ao Tamoios News, mostram inúmeros escorregamentos registrados no trecho de serra da rodovia. As imagens, feitas de helicóptero, impressionam.

Deslizamentos de encostas na serra. Fotos:Vanessa Vantine/TV Vanguarda

As encostas da serra permanecem instáveis. Quando chove forte e continuadamente, podem deslizar. Em 1967,quando ocorreu uma tromba d’água em Caraguá, ocorreram tantos deslizamentos, que a rodovia foi praticamente destruída em seu trecho de serra. Veja como ficou a serra naquela ocasião:

 

 

 

Tudo indica, que mesmo após a sua conclusão, prevista para o fim de 2020, a concessionária que administra a rodovia, continuará interditando a estrada em seu trecho de serra, por medida de segurança, quando ocorrerem chuvas fortes, devido aos riscos de escorregamento das encostas.

Desde 2015, quando a Concessionária passou a administrar a rodovia, a estrada foi interditada quatro vezes por causa das chuvas. Em três dessas interdições, ocorreram deslizamentos.

Ocorreram quedas de barreiras em outubro, três escorregamentos; em novembro, quando aconteceram 23 quedas de barreiras; e, em fevereiro deste ano, no dia 18(duas quedas de barreiras).    .

Nos primeiros 50 dias de 2019, choveu cinco vezes mais que no mesmo período do ano passado. Neste período (janeiro e fevereiro),  a Tamoios, em seu trecho de serra, registrou cerca de 500 milímetros de chuva ou seja 50% do que choveu em São José dos Campos ao longo de todo o ano passado(1.000 mm). É muita chuva.

Quando a Tamoios sofre interdição, seus usuários são obrigados a utilizarem as rodovias Oswaldo Cruz, que liga Ubatuba a Taubaté ou a Mogi/Bertioga, para deixarem ou chegarem ao Litoral Norte.

Nesses casos, uma viagem entre São José e Caraguá, por exemplo, chega a durar mais de quatro horas(via Mogi/Bertioga) ou até  três horas(via Oswaldo Cruz). A viagem entre Caraguá e São José, através da Tamoios, leva cerca de 1h15.

Quando chove forte na região do Litoral Norte, leitores e internautas, que pretendem viajar pela Tamoios, consultam o Tamoios News e outros órgão de imprensa, para se informarem se a estrada foi interditada ou não. Ficam inseguros.

Outros usuários consultam institutos de meteorologia, antes de agendarem seus compromissos ou viagens em direção ao Vale do Paraíba ou capital. Se a previsão for de chuva forte, transferem seus compromissos.

Os constantes escorregamentos ocorridos no trecho de serra preocuparam até mesmo o governador João Doria, que recentemente, enviou secretários e uma equipe do IPT(Instituto de Pesquisas Tecnológicas), da USP(Universidade de São Paulo), para vistoriar a rodovia e os trabalhos que vem sendo desenvolvido no trecho de serra.

É isso, a rodovia, que quando tiver concluídas suas obras, será a mais moderna do país, mas deverá permanecer insegura para os usuários quando chover.  Não tem como impedir a chuva. E, a concessionária, age corretamente ao interditar a estrada nessas ocasiões, em que a chuva forte, possa colocar em risco a vida dos usuários.

Quando interdita, deixa de arrecadar nos pedágios, além disso, quando ocorrem deslizamentos é obrigada a investir na contratação de maquinários e operários para desobstruir os trechos interditados. Nota-se que a concessionária prioriza a segurança dos usuários.

Concessionária Tamoios

Consultamos a Concessionária Tamoios procurando esclarecer algumas dúvidas por parte dos usuários. Acompanhe as explicações:

Quantas vezes a rodovia dos Tamoios foi interditada desde o ano passado por medida de segurança devido ao risco de queda de barreiras?

Concessionária: Quatro vezes, sendo que em 3 delas houve deslizamentos.

Quais os trechos mais afetados por deslizamento na serra?

O trecho afetado é entre o km 68 ao km 80+600.

Esses deslizamentos tem alguma relação com as obras que estão sendo executadas?

Não tem correlação com as obras. Os deslizamentos ocorrem nas encostas naturais da Serra. Nos locais onde obras estão ocorrendo, são construídos novos sistemas de drenagem e robustas contenções de encostas.

Como é feito o monitoramento do trecho de serra?

O monitoramento é feito utilizando-se da correlação entre chuva acumulada versus probabilidade de escorregamento, onde as Estações Meteorológicas online, fornecem os índices pluviométricos e engenheiros, geólogos e técnicos acompanham visualmente e por câmeras as encostas.

Como e por que é feita a interdição da rodovia?

Estudos realizados demostram que à partir de 60 mm de chuvas acumuladas no período de 72 horas, há risco (baixo) de deslizamento de barreiras. E com chuvas acumulados em 100 mm, há alto risco de deslizamentos. Por motivo de segurança daqueles que trafegam na rodovia, o trecho de Serra é fechado quando os níveis atingem 100 mm num período de 72 horas. 

 Como e onde os usuários são informados sobre a interdição?

Os usuários são informados por release enviado aos veículos de comunicação da região e de SP, prefeituras, universidades, empresas de ônibus, agência reguladora, ONG, Polícia Militar, empresas privadas, Defesa Civil, Bombeiro, outras autoridades etc. A Tamoios também utiliza para comunicar a interdição a Rádio Web Tamoios, o Twitter @Tamoios099, APP Tamoios, Site Tamoios, Painéis de Mensagem Variável na rodovia e comunicação interna para empregados.

Como está o andamento das obras de duplicação do trecho de serra?

Iniciadas em dezembro de 2015, as obras de duplicação do trecho de Serra da Rodovia dos Tamoios atingiram a marca de 51,13% de conclusão no final de janeiro/2019. Para a implantação da nova pista, que atenderá ao fluxo de subida da Serra, foi implantado um robusto projeto de obras.

 São cerca de 22 km de novas pistas, compostas por oito viadutos, uma ponte, dois retornos e quatro túneis que, juntos, totalizam 12,8 km de extensão. Essa combinação representa cerca de 72% do total da obra, preservando ao máximo a Mata Atlântica e a diversidade ecológica da região.

 O túnel 2, que terá 700m de extensão, apresenta 99,7% de conclusão, com 698,5 metros escavados. O túnel 5, que terá 3,6 quilômetros de extensão, está com 97,8% das escavações concluídas. Dos 12,8 km totais de escavação, 46% já foram concluídos.

 Para nova fase de construção do viaduto 3, será utilizado o Cable Crane, teleférico de carga que pode transportar até 20 toneladas entre equipamentos e trabalhadores, vencendo a distância de 394 metros entre as duas torres. O equipamento austríaco foi montado com a ajuda de um helicóptero de carga, evitando a construção de caminhos de serviços, preservando 41.000 m² de Mata Atlântica Nativa, o equivalente a 5 campos de futebol. É a primeira vez que essa metodologia está sendo empregada no Brasil e o projeto recebeu o prêmio Eco de Sustentabilidade da Câmara de Comércio Americana e Jornal O Estado de SP.

 Em agosto de 2018 foram entregues ao tráfego quatro quilômetros de duplicação, do km 60,4 ao km 64,4. Na pista, foi implantada uma nova ponte sobre a represa de Paraibuna e uma passagem inferior (retorno). Estrada tem obras supermodernas, sem ameaçar o meio ambiente. Confira: 

  ARTESP

 Consultamos também a ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) sobre os problemas ocorridos na rodovia. A agência, responsável pelo programa de concessões de rodovias paulistas, regula e fiscaliza as rodovias. O programa assegura um alto padrão de qualidade dos serviços oferecidos aos usuários, bem como investimentos em obras, manutenção e melhorias constantes nas rodovias do Estado. Confira o que informou a ARTESP:

Independente da ocorrência de quedas de barreiras ou deslizamentos, justamente por normas de segurança, a Rodovia dos Tamoios deve ser operacionalmente interditada sempre que o volume pluviométrico atingir 100 mm. A fiscalização da Artesp acompanha as obras de duplicação do Trecho de Serra da Rodovia dos Tamoios e não há nenhuma evidência de que as obras de implantação de nova pista no trecho de serra da Rodovia dos Tamoios possam acarretar deslizamentos para a pista atualmente existente.

Sobre a segurança da rodovia, a Artesp também acompanha todas as ações previstas no Plano de Redução de Acidentes da Tamoios. Desde que a rodovia entrou para o Programa de Concessões Rodoviárias, em 2015, os acidentes vêm reduzindo ano a ano: em 2018 as ocorrências ficaram 4% abaixo do ano anterior e 15% abaixo do registrado em 2016.

 Interdições/Tamoios

Com pouco mais de 80 quilômetros de extensão, 49 deles duplicados em seu trecho de planalto, a rodovia recebe cerca de 80 % dos veículos que se destinam ao Litoral Norte e as cidades sul-fluminenses de Paraty e Angra dos Reis. Trafegam pela rodovia 22 milhões de usuários por ano. Em feriados prolongados, o número de veículos dobra.

A estrada foi construída em 1935, mas só recebeu asfalto em 1957.  Em 1967 a estrada sofreu muitos danos devido à queda de barreiras provocadas por uma tromba d’água que atingiu a Serra do Mar, que inclusive causou cerca de 200 mortes em Caraguá.

Naquela ocasião, a rodovia ficou muitos dias interditada. Na década de 70 o Estado fez várias intervenções na rodovia. A estrada continuava, no entanto, a registrar deslizamentos em suas encostas, em períodos de fortes chuvas, com bloqueio da pista.

Em 1994, a estrada sofreu novos deslizamentos. A interdição da rodovia, naquela ocasião, obrigou a prefeitura de Caraguá a cancelar os festejos de carnaval para o mês de abril, o “Carnabril”, talvez tenha sido o primeiro carnaval fora de época realizado no Brasil. No mesmo ano, o Estado fez novas obras, principalmente, de contenção de encostas.

Em 2012 foi iniciada a duplicação de seu trecho de planalto. Foram investidos R$ 672,4 milhões na duplicação de 49 quilômetros. Obras iniciadas em 2012 e finalizadas em 2014. Em 2015, a Concessionária Tamoios passou a administrar a rodovia.

E, em 2016, foram iniciadas as obras de duplicação do trecho de serra e dos contornos. Do total de R$ 1,6 bilhão investido em 2018, um montante de R$ 891 milhões foi destinado à duplicação do trecho de serra. Outros R$ 751 milhões foram para os contornos norte e sul de Caraguatatuba e São Sebastião, atualmente, com obras paralisadas. A duplicação do trecho de serra deve ser finalizada em 2020.

A estrada ficou muitos anos sem interdições totais,  de 1994 até 2016 a rodovia teve interdições temporárias, algumas vezes, devido a queda de barreira, mas em nenhuma delas o tráfego chegou a ficar interrompido por mais de seis horas. Em 2018  começaram a ocorrer interdições totais da estrada, por isso, a suspeita dos usuários de que os deslizamentos ocorrem por causa das obras no trecho de serra, o que descartado pela concessionária.

A primeira das interdições ocorreu na madrugada do dia 12 de outubro de 2018 e durou dois dias e meio, mais uma vez devido a queda de barreiras e instabilidade das encostas. Em novembro de 2018, nova interdição, que durou cerca de 90 horas, também por queda de barreiras.  Este ano, em fevereiro, a estrada foi interditada nos dia 6 e 18, também por medida de prevenção, devido aos riscos de deslizamentos.

Oswaldo Cruz/Rio-Santos

As encostas da serra do mar estão frágeis. Nos últimos dois anos tem ocorrido deslizamentos de encostas também em trechos das rodovias Oswaldo Cruz, que liga Ubatuba a Taubaté e na Rio-Santos, que interliga as cidades do Litoral Norte. Preocupa. Consultamos o IG(Instituto Geológico) da USP que avalia as encostas da serra do Mar e o DER(Departamento de Estradas de Rodagem), órgão responsável pela manutenção e conservação das duas rodovias. Confira:

Instituto Geológico

O Instituto Geológico do Estado de São Paulo(IG) informou que desde dezembro de 2018, faz a gestão do estudo realizado por empresa contratada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com recursos do RDBanco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BI), para avaliação e mapeamento das áreas de risco entre a Região Metropolitana de São Paulo e municípios da Baixada Santista, que inclui o Sistema Anchieta-Imigrantes.

E que, neste ano, esse estudo foi ampliado para a região do Litoral Norte, que inclui a rodovia Mogi-Bertioga (SP-98).  Estão sendo mapeadas as áreas onde ocorreram deslizamentos na serra e identificadas às áreas de risco. Esse trabalho tem prazo de 18 meses para ser concluído.

DER

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) contratou, com recursos do Banco Mundial, mapeamento de riscos de eventos geodinâmicos e desastres naturais para a Região Metropolitana de São Paulo, Baixa Santista e Litoral Norte, incluindo a região da Serra do Mar, onde a SP 098, SP 125 e parte da SP 055 estão inseridas.

O objetivo é identificar as regiões de encostas  — localizadas, muitas vezes, acima da faixa de domínio estadual — onde as formações geológicas passem por movimentação natural ou gerada por precipitações.

O DER também investe R$ 12,9 milhões em obras no trecho de serra da SP 098 para contenção de taludes e construção de muros de concreto. Estão em andamento obras no Km 87,4 e no Km 87,8, para reforço na cortina atirantada (para contenção de talude) e construção de novos muros de concreto no Km 83,87 e no Km 87.

Além disso, as equipes da Unidade Básica de Atendimento e da Central de Operações e Informações do DER mantêm o constante monitoramento das rodovias sob administração do DER. Na SP 098, um pluviômetro foi implantado para controle do nível de precipitação. As informações obtidas com o controle do volume pluviométrico são avaliadas pela Central de Operação e Informação. A COI emitirá alerta às viaturas da Unidade Básica de Atendimento, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil para que todas as providências necessárias à manutenção da segurança dos motoristas sejam tomadas em situações de risco.

Tamoios foi inaugurada em 1935

Capitão Edgard Armond (de chapéu) coordenou a construção da rodovia

A rodovia dos Tamoios foi aberta ao tráfego em 1935. Até então o acesso entre o Vale e o Litoral Norte era feito apenas pelos tropeiros, que faziam a continuação da viagem, que terminava em Paraibuna. Os ônibus saíam de São José e iam apenas até Paraibuna. A descida da serra só era possível nos lombos dos burros ou cavalos ou a pé, por picadas, que cortavam as matas e os morros em direção a Caraguá.

A construção da estrada foi iniciativa do capitão Edgard Armond. A ideia, na época, já era aproveitar melhor os recursos oferecidos pelo porto natural de São Sebastião. A Secretaria Estadual da Viação autorizou a construção e o seu traçado em 1932. Foi criada a Companhia Independente de Sapatadores, sob o comando do capitão Armond, para tocar as obras, que começaram por Paraibuna, seguindo em direção a Caraguatatuba. A estrada, no trecho entre Caraguá e o alto da serra, foi concluída em 1935, sendo inaugurada pelo engenheiro Vicente Huet Bacelar.

Estrada era de terra e sinuosa, devido as curvas

Ao longo dos anos, a Tamoios recebeu inúmeras melhorias, que acabaram agilizando o acesso entre o Vale do Paraíba e o Litoral Norte. Em 1957, no Governo Jânio Quadros, a rodovia recebeu pavimentação asfáltica, que melhorou muito o tráfego no trecho de serra que nos períodos de chuva ficava praticamente intransitável. Em 1967, uma tromba d´água destruiu parcialmente o trecho da rodovia na serra, que foi reconstruído pelo governo do Estado.

Em 1970, novas obras foram feitas ao longo da estrada de 82 quilômetros que liga Caraguá até São José dos Campos. O trecho de serra, muito sinuoso, tem 16 quilômetros de extensão. Na década de 80, o Estado tentou implantar um novo acesso para o litoral, através de Jacareí e Salesópolis, a Rodovia do Sol, mas a ideia foi rechaçada pelos ambientalistas. Em 2012 foi iniciada a duplicação do trecho do planalto, concluído em 2014. Em 2015 a administração da rodovia foi concedida a Concessionária Tamoios. Em 2016 foi iniciada a duplicação do trecho de serra e dos contornos, obras que devem ser concluída em 2020.

 

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6 Comentários

  • Meu comentario esta nos pedagio, estao com seus valores muito fora, vc corre um percurso muito curto para cobrarem o que cobram, quem sai de são Paulo cinco pedágios, sem falar da velocidade? Que acaba arrecadando multa para estado.

  • Outra situação que deveria ser revista pela Concessionária Tamoios é o limite de velocidade. 80km/h numa rodovia duplicada e com acostamento em todo o trecho de planalto é ridículo. Se bobear, de bike vc chega mais rápido.

  • A redação precisa melhorar na propria escrita da notícia. Demonstra desconhecer concordância verbal. A preposição para pede que o verbo seja colocado no infinitivo: para utilizar. ( Exemplo)

  • Absurdo pedagio .com tantas melhorias pra fazer ainda por cima dois um só bastaria mais um comentario tenho uma chacara pouso alto deveria de ter pelo menos desconto onde esta o direito de ir e vir

  • CONSTRUÇÃO DE UMA RODOVIA PARA FACILITAR A CHEGADA AO LITORAL NORTE, NO INTUITO DE EVITAR CONGESTIONAMENTO, MAS COM UMA VELOCIDADE DE 80 KM UM ABSURDO, JÁ ENFRENTEI FILA DE CARROS NESSA VELOCIDADE, ACREDITO QUE UMA VELOCIDADE DE 100 KM SERIA O IDEAL PARA ESSE TIPO DE RODOVIA.

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