Mundial de Surfe

Felipe Toledo e Medina disputam 1º mundial em ondas artificiais

Líder, Toledo e vice-líder, Medina, já faturam, juntos, cerca de R$ 2 milhões “surfando” este ano

Por Salim Burihan

Os surfistas do Litoral Norte, Felipe Toledo(Ubatuba), líder do ranking; e Gabriel Medina(São Sebastião), vice-líder, vão participar de um momento histórico do surfe mundial.

A WSL(Liga Mundial de Surfe) realiza pela primeira vez, a partir de quinta(6), uma etapa do mundial em uma piscina de ondas artificiais.

A oitava etapa do mundial de 2018, será disputada bem longe das praias, no Surf Ranch, idealizado por Kelly Slater, que fica em Lemoore, na Califórnia.

Por ter ondas idênticas para todos os surfistas, as baterias não correm o risco de serem adiadas devido a falta de ondulação, como ocorre nas praias.

A disputa será diferente da demais: os 36 atletas vão pegar seis ondas, metade para cada lado, e serão computadas as duas melhores de cada um, sendo necessariamente uma para a esquerda e uma para a direita. Os oito mais bem colocados no masculino vão disputar a final.

Felipe e Gabriel Medina começam a a disputa, amanhã, sexta(7). Os dois surfistas treinam em Surf Ranch e por isso, devem se dar bem na disputa.

Ranking

Toledo lidera o ranking, após sete etapas, com 41,985 pontos. Em 2018, O surfista ubatubense obteve duas vitórias, um 3º lugar, três 5º lugares e um 13º lugar. Toledo já faturou US$ 298.500 este ano nas competições, algo em torno de R$ 1,2 milhões.

Medina é vice-líder do ranking com 35,685 pontos. Em 2018, obteve uma vitória, a última, no Tahiti, um 3º lugar, três 5º lugares, um 9º lugar e um 13º lugar. O surfista sebastianense já faturou US$ 213.200 em 2018, algo em torno de R$ 853 mil reais.

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