Educação São Sebastião

Estudantes têm aula prática sobre segurança pública em São Sebastião

Programa idealizado pela Delegacia Seccional do Litoral Norte envolvendo estudantes do ensino médio mostra na prática como funciona a segurança pública em São Sebastião

Por Graciana Feitosa

Assistir a uma simulação de perícia criminal, entender para que serve o Registro Geral do cidadão e quais as atribuições tem cada tipo de polícia no Brasil foram alguns dos temas que permearam a visita de cerca de 50 alunos do 2º ano da Escola Estadual Valkiria Vergani, de Boiçucanga, à Delegacia Seccional do Litoral Norte e à 1ª Delegacia de Polícia de São Sebastião, na manhã desta terça (11).

Delegado Seccional, Múcio Alvarenga, conversa com estudantes

A ação, idealizada pela polícia do litoral, vai abranger todos os alunos do ensino médio de Caraguatatuba, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba.

“Esta é a primeira turma que recebemos e nosso intuito é explicar aos jovens que a composição da segurança pública contempla outras atividades além de rotas nas ruas”, salientou o delegado seccional Múcio Alvarenga.

Nessa expedição, os alunos puderam entender como funciona o dia a dia de uma delegacia de polícia: como os processos são iniciados, quais tipos de boletim de ocorrência podem ser feitos on-line (como perda e extravio de documentos, desaparecimento de pessoas e acidentes de trânsito sem vítima etc.).

Participaram da ação a responsável pela Delegacia Defesa da Mulher de São Sebastião (DDM), Junia Cristina Macedo, o chefe da Perícia Criminal, Enos Ricardo Arneiro, além do delegado-chefe da 1ª DP, Victor Falcão, peritos e investigadores criminais.

Delegada Júnia Cristina Macedo, da Delegacia da Mulher, explica aos estudantes as atividades de sua delegacia

Uma das atividades que chamou a atenção da garotada foi a simulação de reconhecimento de impressão digital, realizada pelo perito Felipe Barreta, e que contou com a participação de um dos alunos.

Os jovens se mostraram curiosos para entender como funciona todo o processo, o que acontece em casos de falta de equipamento necessário para a coleta das impressões e quais cargos existem na instituição.

“Foi muito esclarecedora essa visita, saiu do nosso cotidiano teórico de sala de aula”, comentou o aluno João Paulo Leite, 16.

Já para Laura Vitória dos Santos, 16, a explanação dos policiais, durante toda a manhã, surpreendeu sua expectativa. “Achei que ia ser uma atividade chata, porém despertou o meu interesse”.

Para a professora Leide de Oliveira é importante que os jovens possam entender como funciona a instituição e compreender o que é uma conduta ética e responsável.

“Vivemos num país muito violento, infelizmente, e ter esse contato direto com a polícia contribui para que os alunos possam ver que a participação deles também é importante para o trabalho dos policiais”, finalizou

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