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Vídeo/Fotos: Instituto Argonauta solta aves aquáticas após tratamento em centro de reabilitação

Um albatroz, uma fragata e um frango d’água azul resgatados pelo Instituto Argonauta, após tratamento, retornaram à natureza na manhã do último sábado (20). Os animais tinham anemia, alteração na asa e desidratação.
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O final de semana foi muito animado para a equipe do Instituto Argonauta, que concluiu com sucesso a reabilitação de três aves aquáticas. Após cuidados no Centro de Reabilitação e Despetrolização (CRD) da Instituição, os animais puderam retornar ao seu habitat. Veja o voo da fragata recuperada pelo Instituto Argonauta:

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No dia 11 de julho de 2019, um grupo de pescadores resgatou um albatroz-de-sobrancelha-negra (Thalassarche melanophris) em São Sebastião, próximo à Barra do Una. O animal, que estava na água e sem reação, foi encaminhado para a Base de Estabilização do Instituto Argonauta, onde recebeu os primeiros cuidados. Muito magra, a ave tinha anemia e desidratação.

Após sete dias de tratamento intensivo, com melhora clínica significativa, o albatroz foi solto pela equipe técnica do Instituto, no Canal de São Sebastião.


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A outra ave marinha atendida pelo Instituto Argonauta neste mês de julho foi um macho adulto da espécie Fregata magnificens. Encontrada na água em Ilhabela no último dia 13, a fragata apresentava discreta alteração na asa direita e hipotermia no momento do resgate, devido ao
tempo que ficou encharcada.


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Encaminhado ao Centro de Reabilitação, recebeu atendimento imediato pela equipe de veterinários e teve o tratamento iniciado. Após cinco dias de cuidados terapêuticos, já alçando voos e se alimentando sozinho, o animal estava apto a soltura e pode retornar à natureza.
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Já o exemplar da espécie Porphyrio martinicus, conhecido como frango d’água ou jaçanã foi resgatado pela equipe do Instituto Argonauta no bairro Itaguá no último dia 6 e encaminhado ao CRD para avaliação.
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De acordo com técnicos do Instituto, a ave apresentava desidratação. Estabilizada, foi liberada na praia de Perequê Açu. Como protocolo do processo de reabilitação, todos os animais passaram por exames de sangue, raio-x e fezes para avaliar de forma global suas condições de saúde.