Mulher

Dia Internacional da Mulher: Drª Junia Cristina Macedo, delegada da Defesa da Mulher de São Sebastião

Por Maria Jaislane

O dia 8 de Março é comemorado o dia Internacional da Mulher, e com o passar dos anos as Mulheres deixaram de ser Amélias, vivendo só em casa, e tornando-se mais independentes e indo em busca dos seus objetivos, donas de suas vontades, conquistando assim o seu espaço até mesmo o mundo.

De acordo com a Junia Cristina Macedo, delegada da Defesa da Mulher de São Sebastião, houve um aumento no índice de violências domésticas e turísticas, ainda mais com a alta-temporada e o fluxo de pessoas. Principalmente em eventos e festas desde o final do ano e até o Carnaval.

Junia Cristina Macedo, delegada da Defesa da Mulher de São Sebastião

“Percebo que as Mulheres estão tendo mais credibilidade ao ganhar seu espaço e estão cada dia mais conscientes, também tendem-se imponderado visando a real importância: o amor próprio. E por isso temos que celebrar”, relata a Delegada Junia Macedo.

A mesma pede ainda, que as mulheres tenham mais empatia umas com as outras, parem de rivalidade e com julgamentos, passando a se fortalecerem tornando mais unidas. Apoiando-se !

Disque 180 para denúncias atendimento 24h , ou (12) 3892-1363; com medida protetiva imediata ao agressor.

A delegacia da Defesa da Mulher fica localizada na R: Marechal Floriano Peixoto, 200, Centro – São Sebastião, SP.

2 Comentários

  • Gostaria de saber o que a delegada tem a dizer sobre essa noticia. Também gostaria que ela dissesse para as mulheres do litoral como se proteger das agressões.

    Brasileiras em perigo: 107 casos de feminicídio em 20 dias de 2019
    ( Fonte: https://observatorio3setor.org.br/noticias/brasileiras-em-perigo-107-casos-de-feminicidio-em-20-dias-de-2019/?fbclid=IwAR1AeJOAr_I6IfR06lintgboSm4N8zXPEcpYeBeb6hATvcUGM5nXLFdfBIk)

    O ano não começou bem para as brasileiras. Segundo levantamento do GLOBO, com base em um estudo realizado pelo professor Jefferson Nascimento, doutor em Direito Internacional pela USP, o Brasil registrou 107 casos de feminicídio nos primeiros 20 dias de 2019.

    De acordo com o levantamento, 68 casos foram consumados e 39 foram tentativas. Há registros de ocorrências em pelo menos 94 cidades, distribuídas por 21 estados.

    Com base dos dados do professor, mais de metade dos episódios (55%) ocorreram entre sexta-feira e domingo, enquanto os demais foram registrados durante a semana.

    O Brasil tem a quinta maior taxa de feminicídio do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres no país.

    O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes de mulheres negras, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos.

    No fim de dezembro do ano passado, o então presidente, Michel Temer, sancionou quatro leis de proteção às mulheres. Com as novas leis, a pena para o crime de feminicídio será aumentada de um terço a metade se o crime for praticado contra menor de 14 anos, maior de 60 anos, contra pessoa com deficiência ou portadora de doenças degenerativas. A pena também será aumentada no caso de o crime ser cometido na presença física ou virtual de descendente ou ascendente da vítima ou em descumprimento de medidas protetivas. Mas parece que as medidas não assustaram os agressores e as vítimas de feminicídio continuam aumentando no país.

    Caso você seja vítima ou presencie alguma agressão, denuncie, disque 180. A ligação é gratuita.

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