Litoral Norte Sarampo

Casos de sarampo aumentam na região

A Vigilância Epidemiológica confirmou nesta terça-feira (8) mais um caso de sarampo em Ilhabela. É o sexto caso da doença registrado na cidade. O Litoral Norte contabiliza dez casos de sarampo este ano.

Em Ilhabela, segundo a Prefeitura, a vítima é uma jovem de 20 anos, moradora do bairro do Reino e passa bem. A Vigilância Epidemiológica adotou todas as providências para bloquear o avanço da doença no bairro.

Ilhabela conta ainda com oito casos suspeitos da doença. Em Caraguatatuba, são dezessete casos em investigação e um caso confirmado até agora.

Por enquanto, são seis casos em Ilhabela, dois em Ubatuba, um em São Sebastião e um em Caraguatatuba. As prefeituras reforçam a aplicação de vacinas.

Estado

A Secretaria de Estado da Saúde iniciou ontem, segunda(7),  em parceria com os municípios e o Ministério da Saúde, a campanha de vacinação contra o sarampo para alcançar crianças ainda não imunizadas contra a doença.

A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Até o dia 25 de outubro, as doses estarão disponíveis em todos os postos de vacinação do Estado de São Paulo para crianças a partir de 6 meses e com menos de 5 anos. No sábado (19), haverá o “Dia D”, quando os postos de saúde estarão abertos para facilitar o acesso dos pais e responsáveis.

O público-alvo da campanha deve ser levado aos postos de saúde, preferencialmente com a carteirinha de vacinação, para que um profissional verifique a necessidade de aplicação da dose.

“A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Mantê-la em dia é a melhor forma de prevenção e, por isso, convocamos as mães, pais, familiares e responsáveis para levarem os pequenos aos postos durante esta campanha”, diz a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

O calendário nacional de vacinação prevê a aplicação da tríplice aos 12 meses e também aos 15 meses para reforço da imunização com a tetraviral, que protege também contra varicela. Neste ano, os bebês com menos de 12 meses também devem receber a chamada “dose zero”, que não é contabilizada no calendário.

A vacina é contraindicada para bebês com menos de 6 meses. A recomendação para os pais e responsáveis por crianças nessa faixa etária é evitar exposição a aglomerações, manter higienização adequada, ventilação adequada de ambientes, e sobretudo que procurem imediatamente um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença, como manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal. Somente um profissional de saúde poderá avaliar e dar as recomendações necessárias.

A Secretaria também orientou que as salas de vacinação façam a triagem de crianças que tenham alergia à proteína lactoalbumina, presente no leite de vaca, para que estas recebam a dose feita sem esse componente.

 

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