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153ª Festa do Divino terá início nesta quinta(11) em Ubatuba

Começa nesta quinta(11), em Ubatuba, uma das mais tradicionais festas religiosas da cidade, a 153ª Festa do Divino Espírito Santo.  A festa acontece, entre os dias 11 e 21 de julho, na Praça da Matriz, na Paróquia Exaltação da Santa Cruz, no centro cidade.

A festa, que neste ano vem com o tema “O sopro que renova” e o lema “Envia teu Espírito, Senhor, e renova a face da Terra” pretende atrair 30 mil pessoas durante os onze dias de festa.

Sempre com o intuito de oferecer ações que promovam a fé, a tradição e a cultura, a Festa do Divino de Ubatuba traz para seu público a religiosidade, por meio do Império do Divino e da novena, com procissões e santas missas diariamente.

Já na parte social, a festa conta com barracas de comes e bebes, entretenimento, shows de prêmios, apresentações da tradição caiçara e a tradicional tainha na brasa, um dos carros-chefes da gastronomia local.

Uma programação com repertório vasto também está sendo preparada para o público que curte os shows musicais. E para inovar, este ano a comissão organizadora da festa trará a famosa banda de forró Rastapé, que se apresentará no dia 17 de julho, a partir das 22h, no palco da Praça da Matriz. A festa também realiza o tradicional bingo, que terá como prêmio principal um carro 0km.

Frei Wilmar Villalba, pároco da Exaltação da Santa Cruz, reforça que a festa do Divino é uma manifestação de fé, mas também de serviço. “Nossa comunidade se une para realizar essa grande festa em favor das obras da paróquia. São mais de 450 pessoas que se dispõem voluntariamente a servir a comunidade de fé e a comunidade que nos visita para prestigiar esse momento”, ressalta.

Tradição

Embora a celebração ao Espírito Santo ocorra no calendário litúrgico no dia de Pentecostes, a “Festa do Divino” é realizada em Ubatuba sempre no mês de julho. Isto porque os antigos tinham por tradição festejar a terceira pessoa da Santíssima Trindade em comunidade, partilhando de comes e bebes da culinária local. Então, para confraternizar, eles aguardavam a chegada das tainhas, que migravam da região Sul nesta época do ano, para então pescá-las e assá-las na brasa, como é feito até hoje.

 

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